
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Escritor do Mês
António Mota
Nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 1957.
É professor do Ensino Básico desde 1975.
Em 1979 publicou o seu primeiro livro: "A Aldeia das Flores".
Em 1983 com a obra “O Rapaz de Louredo” ganhou um Prémio da Associação Portuguesa de Escritores.
Em 1990 recebeu o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens com o romance "Pedro Alecrim".
Em 1996 ganhou o Prémio António Botto com a obra "A casa das Bengalas".
Em 2004 recebeu o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para crianças e jovens, na modalidade Livro Ilustrado, com o livro "Se eu fosse muito magrinho".
Desde 1980 que é convidado a visitar escolas do Ensino Básico e Secundário e também bibliotecas públicas, em Portugal e outros países, fomentando deste modo o gosto pela leitura entre crianças e jovens.
Escreveu perto de meia centena de livros para a infância e juventude.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Sítio do Mês
Paparoka
Este site tem como objectivo despertar o interesse de tudo o que tenha a ver com a cozinha, como fazer algumas receitas fáceis, desde bolinhos, docinhos, sopinhas, entre muitas outras, aprender algumas coisas interessantes sobre gastronomia e também jogar, ouvir música e ver vídeos divertidos.
As actividades deste site dirigem-se especialmente a crianças e jovens entre os 4 e os 14 anos.
Sugestões de Leitura de Novembro de 2009
Mas encontrar paz e sossego na vida é mais difícil do que parece! Apesar de só querer um pouco de sopas e descanso, o Felini está sempre a ser despachado de um lado para o outro, para todos os cantos do universo!”
Contracapa do livro
Mais uma aventura da colecção Os Primos. A Ana, a Maria e o André vão viajar num veleiro com os embaixadores Torres para uma semana de férias em Valença, Espanha, e embarcam numa verdadeira aventura mar adentro.
A bordo do veleiro Mi Vida a aventura começa ao observarem um saco preto à deriva na água, que mais tarde vêm a descobrir que contem quatro misteriosas cópias do cálice mais desejado do mundo, o Santo Graal, e aí começa o mistério.
Começam as desconfianças entre os passageiros e a ansiedade de resolver mais um mistério.
“Juntam-se neste volume várias histórias originais de José Jorge Letria que têm os livros, os leitores, os escritores e as bibliotecas como personagens centrais.
Desde “O livro que falava com o vento” até a “O rato de Alexandria”, passando por “A arca do menino que inventava poetas”, em que de uma forma mágica, se fala de Fernando Pessoa, este livro é uma declaração de amor aos livros, à leitura e às personagens que habitam os textos.”
Contracapa do livro
O ENIGMA DOS SACOS TROCADOS/ Manuela Ribeiro. -Ambar
Resolvem deslindar o caso mas, à medida que investigam, tudo se vai tornando cada vez mais confuso.”
Contracapa do livro
A ILHA DO CHIFRE DE OURO / Álvaro Magalhães. - Edições ASA
“Basta duvidar que os nossos olhos vêem para se chegar ao outro lado da cidade, onde começa sempre uma história como esta, que levará um rapaz e uma rapariga até à ilha em forma de chifre que não vem em nenhum mapa:
O outro lado da cidade! Ou seria por cima? Ou por baixo? E seria no mesmo sítio, noutra dimensão, ou na mesma dimensão e noutro sítio? Alguns edifícios, como o da Câmara Municipal, ou a Torre dos Clérigos, apareciam incompletos, apenas recortados no vazio. Também havia os que estavam ao contrário, como a igreja da Sé, com o telhado pousado no chão e uma grande escadaria da entrada virada para o céu. Havia ainda outros prédios e monumentos que estavam fora do sítio, como se a cidade não passasse de um puzzle montado por uma criança que se enganava de vez em quando. E havia antenas de televisão pregadas no ar, como pássaros parados, e cordas com roupa estendida, a secar, pairando no espaço sem estarem presas a nada. Mais abaixo, na Praça da Liberdade, o cavalo de bronze da estátua do rei D. Pedro IV cavalgava livremente o ar, sem a base de pedra, como se quisesse arrastar o rei para novas aventuras”.
O PRIMEIRO AMOR / Judy Blume.- Texto Editores
“Na noite de Ano Novo, Katherine e Michael conhecem-se e apaixonam-se.
Ao longo dos meses, a relação entre os dois vai-se estreitando e, certos de que o que sentem um pelo outro será para sempre, iniciam a sua vida sexual.
Mas chega o Verão e são obrigados a separar-se, por determinação dos pais de ambos. De início, escrevem-se praticamente todos os dias e as saudades são insuportáveis, mas, à medida que o tempo passa, Katherine dá por si a divertir-se e... a sentir-se atraída por um colega. Esta atracção abala-a profundamente: como ela pode amar Michael e sentir-se atraída por outro?
Será que afinal o primeiro amor não é eterno?”
Entretanto a Princesa Pêssego conhece um furão ainda mais presumido do que ela, o egocêntrico Pavaratty. A crueldade pura e dura faz com que Pêssego perceba que, se quiser ser princesa, terá de construir o seu próprio reino.
Será que pêssego consegue provar que não é um furão comum, mas uma princesa digna de um príncipe?"
Contracapa do livro
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Escritor do Mês
Estudou Direito e História mas obteve uma pós-graduação em Jornalismo Internacional.
Jornalista desde 1970, foi redactor e editor de vários jornais diários e não-diários, na rádio e na televisão.
Foi também professor de jornalismo e autor de livros sobre a matéria.
Na área infanto-juvenil publicou três dezenas de títulos, tendo obtido diversos prémios:
- Prémio Gulbenkian 90-92 de melhor livro
- Prémio Nacional "O Ambiente na Literatura Infantil" (3 vezes)











